Retrospectiva 2015

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Você sabe onde Wesley esteve em 2015? Resolvemos elaborar uma retrospectiva contando tudo o que aconteceu e mostrar a redescoberta das artes plásticas dos anos 60, uma tendência que está se tornando cada vez mais evidente em todo o mundo.

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Estande do Instituto na SP-arte 2015

Em abril o Instituto participou da feira SP-Arte com um estande ambientado, levando um pouco da experiência da casa-museu aos visitantes. Foi exibido também, com exclusividade, uma prévia do documentário que está sendo produzido em conjunto com o cineasta e conselheiro Olivier Perroy.

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Exposição e Catálogo da International Pop

No mesmo mês teve início a exposição International Pop, no Walker Art Center, em Minneapolis, Estados Unidos. A coletiva explorou o surgimento das influências Pop entre os anos 1950 e 1970. Diferente de outras exposições com o mesmo tema, a curadoria foi além do cenário Pop de Nova Iorque e Londres, buscando artistas do mundo inteiro.

Em setembro Wesley já aparecia denovo, dessa vez com obras expostas, em duas importantes coletivas: a The World Goes Pop no museu Tate Modern de Londres e no Brasil uma re-exposição da notável Opinião 65, na Pinakotheke Cultural do Rio de Janeiro.

The World Goes Pop propõe um tema semelhante a coletiva no Walker Art Center, explorar o menos óbvio do fenômeno Pop através de um viés global. Ao lado de outros artistas brasileiros Wesley é representado com O Trapézio ou Uma Confissão, 1966, considerada a primeira arte ambiental brasileira. A The World Goes Pop ainda está acontecendo, e continua exposta até o dia 24 de janeiro.

Já na Pinakotheke Cultural foi celebrado, em conjunto com o MAM Rio, o aniversário de 50 anos da Opinião 65, com uma grande re-exposição que conta com todos os artistas da curadoria original de Ceres Franco e Jean Boghici. A participação de Wesley foi representada  com obras da série A Zona.

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O Trapézio na exposição The World Goes Pop

Em outubro Wesley participou também da 10ª Bienal do Mercosul, que aconteceu em Porto Alegre, com outra arte ambiental, O Helicóptero, 1968. E para fechar 2015, em dezembro, aconteceu a individual na Ricardo Camargo Galeria, cuja abertura fez parte do evento de lançamento do Instituto: o A/TEMPORAL.

Em 2016 também vamos ouvir falar muito sobre Wesley Duke Lee. Uma grande individual do artista está sendo preparada para o mês de maio, pela Fundação Edson Queiroz em Fortaleza, com curadoria da historiadora Cacilda Teixeira da Costa.